About this Event
No dia 11 de Novembro a Ritmo e Cultura abre as portas do Titanic Sur Mer para um evento comemorativo dos 42 anos da Independência de Angola.
A abertura de portas terá lugar às 21 horas para a exibição gratuita do documentário “Independência”, obra do realizador Mário Bastos, com a chancela da Geração 80, produzida por Paulo Lara e Jorge Cohen e narrada por Kalaf Epalanga Angelo, um dos rostos dos Buraka Som Sistema.
A partir das 23:30 terá início uma festa onde CHALO Correia & A Velha Guarda do Semba - que inclui nomes como Gino, da formação original dos Kiezos, Ricardo Quinteira, Mick Trovoada, João Mouro, Carlos Sanches e Galiano Neto - e os Mundo Malamba celebrarão as sonoridades mais clássicas de Angola, e DJ Satelite, Dj LadyG Brown e Selecta Zillah serão os embaixadores da nova escola da música angolana. Juntos representam o melhor que Angola fez e faz em termos culturais. O Ontem, o Hoje e o Amanhã.
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Às 00:00 horas do dia 11 de Novembro de 1975 Agostinho Neto proclamava a Independência da República de Angola, depois de 14 anos de luta armada contra a ocupação colonial portuguesa, que teve início em 4 de Fevereiro de 1964.
Depois da guerra colonial seguiram-se 27 anos de uma guerra civil que só terminou em 2002. O que faz um povo depois de 41 anos de guerra, quase, permanente no seu território? Reinventa-se. E é isso que é a Angola de hoje, um país reinventado. Renascido da adversidade, como o capim e recrescido com a mesma força deste.
Em apenas 15 anos de paz Angola soube transformar-se numa referência do continente africano em termos económicos, e, sobretudo, ao nível cultural. O país teve a capacidade de salvar tradições antigas e dar-lhes um toque de modernidade. Cuidou dos pais e viu nascer novos filhos. Resgatou o Semba, a Rebita, o Merengue, a Kazukuta, Kilapanda e fez nascer o Kuduro, a Kizomba e o Afro-House.
Estes novos estilos são hoje o reflexo maior da criatividade e do caldeirão cultural que é a sociedade angolana, sonoridade que, tendo nascido em Angola, há muito que a esta não se confinam, é possível ouvi-los um pouco por todo o mundo. Mais que os recursos naturais assim se provou que a maior riqueza de Angola é o seu povo.
As relações com Portugal, reatadas desde 1978, e depois de saradas várias feridas do passado, são hoje de irmandade e de total cooperação em todos os campos, bem como são as relações com os restantes países da CPLP, todos tão diferentes, mas todos unidos pelo mesmo laço comum, a língua.
Angola orgulha-se do longo caminho que percorreu desde que conquistou a sua autonomia e celebra-o efusivamente, todos os anos, no dia 11 de Novembro. Este é o dia para recordar o passado e celebrar o futuro.
Dance Styles
Kizomba (50%)
Semba (50%)
Organizer
D
Dj LadyG Brown
C
CHALO Correia
Z
Zilla Zillah
I
Ivone Fernandes-Jesus
D
DJ Satelite
T
Titanic Sur Mer
R
