About this Event

A festa começa já este dia 13 às 15 horas com o nosso cicerone boa onda Dj Lucky, a abrir as hostilidades para o que se adivinha uma festa Bomba, de ritmos africanos que influenciaram grande parte da musica deste mundo Ocidental O Quiosque da Ribeira das Naus recebe o Baile Badiu, o baile de rua que quer divulgar o melhor da música africana e sem cobrar entrada. A rua é de todos, e de todos vão ser os músicos! O Baile Badiu quer celebrar a música e a dança africanas, bem como o popular e tradicional baile de rua. Guerrilha SOUND System A guerra de Guerrilha Soundsystem é feita a partir do som, adaptando-se e combatendo os músculos que cada um de nós tem, e que não acostumados ao movimento e a dança. Neste caminho entre trilhas e novas opções, construíram um híbrido DJ set com variadas percussões ao vivo e que ficaram encargo de Afrogame aka Juninho Duval. As diferentes cadências que se fizeram notar, criaram eficazmente paisagens e noções musicais que apenas pessoas que vivem do poder que o ritmo cria no coração de cada um de nós. O samba, afoxé, maracatu, congada, lundu e a capoeira são exemplos da influência africana na música brasileira que permanecem até os dias actuais. Instrumentos como o tambor, atabaque, cuíca, alguns tipos de flauta, marimba e o berimbau também são heranças africanas que constituem parte da cultura brasileira. Cantos, como o jongo, ou danças, como a umbigada, são também elementos culturais provenientes dos africanos. Uma cultura caracterizada pelo optimismo, pela coragem, musicalidade e ousadia estética e política, foi incomparável no contexto da chamada Civilização Ocidental. Moleque, quiabo, fubá, caçula e angu. Cachaça, dengoso, quitute, berimbau e maracatu. Todas essas palavras do vocabulário brasileiro têm origem africana ou referem-se a alguma prática desenvolvida pelos african de Julho ás os escravizados que vieram para o Brasil durante o período colonial e imperial. Elas expressam a grande influência africana que há na cultura brasileira. OrkA Dj as múltiplas facetas OrkA é antes de tudo um explorador musical. Caçador de discos raros mas também de produções mais electrónicas mergulhando em digging à volta do mundo. Após anos a explorar Jamaica e Índias Ocidentais aterra em Portugal em 2010 e torna-se rapidamente especialista da música Luso Africana e Brasileira mas a sua vasta colecção de vinil não tem fronteiras passando pela África Occidental, America Latina, Etiópia, Asia Oriental ... Com computador ele torna-se verdadeiro alquimista do son construindo viagens únicos entre orgânico e electrónico, extasia e paz, euforia e serenidade, Amor e Alegria. A sua missão passa também pela partilha destes tesouros perdidos, cumprindo-a com a sua loja "Tabatô Records", com a dupla “Badju D Terra” ou em solo como "Selecta OrkA" O clima é de festa, presenteando-nos com uma chuva de música tropical para lavar o corpo e a alma. Afrobeat, Highlife, Funaná, Coladeira, Gumbé, Socopé, Soukous, Rumba, Carimbo, Forró, Síria, Cumbia, Cumbé, Gaita, Gwo Ka, Compas, Cadence, Biguine, Merengue, Semba, Samba, Bossa, Salsa, Guaguancó, Boogaloo, Gnaoua, Mandingo, Thai Funk, Luk Thung, Molam, Marabenta, Selva,Downtempo, Folklore Electrónico, Afro House, Transe são uns dos estilos musicais que pode ouvir nos seus sets. Afrogame

Organizer

G

Guerrilha SOUND System

B

Bastien Selecta Orka

R

Ribeira das Naus - Quiosque

L

Luquebano Afonso

N

Ninho Marimbondo

T

Tabatô Records

O

OrkA