About this Event

Coé, rapaziada! O Baque de Samba, que não é só um amor de carnaval, já tá de volta! Sabadão, 10 de março, é dia de juntar xs amigxs tudo pra ver o sol descer e a poeira subir na Ecocasa! Simbora esquentar esse finzinho de verão com um repertório gostoso e cantar com brilho a alegria dos nossos laialaiás! O DJ Bruno Eppinghaus segura a batuta nos intervalos e depois do samba até as 00h! Participação especial da cantora Doralyce! Ah, pediram para escrever aqui que a casa tem um baita dum chuveirão! Humm, dá pra se refrescar ou sair direto da praia, que lindo! Bônus! Teremos cerveja artesanal Dual e outras cervejas no bar, além de drinks marotos! Entrada: Colaboração sugerida $15,00 O baque é de samba, de choro, de jongo, de côco, é virado... Não dá para negar que, além do marcante, a gente curte um surdo. Se não tem gonguê vai um agogô, se a toada cai bem num cavaco, por que não? Pega o meião que eu levo o tan tan, segura a convenção no pandeiro, veste de miçanga a moringa. Ronca cuíca, estala tamborim, vem mineiro, bandolim, senta a mão na viração que o partido solto versa como o baque alto a conversa do batuque e o violão. Baque de Samba começou ali, na rua Ipiranga, nas oficinas de maracatu e nas resenhas catárticas após os baques do Tambores de Olokun, esticadas do aterro do Flamengo à esquina dum charmoso e salvador coreto em Laranjeiras. Um conhecido e tarimbado aluno mais antigo nosso costuma dizer que “só os encontros salvam”. Pois é... é por aí. Que sorte! Não se assustem, então, pessoas, se ouvido por aí surgir um sotaque carregado do canto de Elza com Jussara, Jovelina e Clara, uma trova amorosa de Cartola esbarrar noutra de Douglas Germano, um verso de Luiz Carlos da Vila rimar com um de Guineto, de Nogueira, de Roque Ferreira ou se, numa tarde, inebriado com um samba de Paulo Cesar, alguém diga que viu Dona Brígida passeando por aí. Somos Nação Caxambu, somos G.R.E.S. do Baque Virado! Sustente o samba, não deixe o baque morrer. Segura a curimba! Membros da banda Júlia Ribeiro - Voz e percussão Pedro Moraes - Voz e Tantan Jayant Vitor Monteiro - Violão 7 cordas Cecília Cruz - Cavaquinho e voz Fábio Gomes - Cavaquinho e voz Lytho Santana - Pandeiro Rogero Piu - Percussão Rafael Ururahy - Percussão Bernard Carvalho - Surdo

Organizer

B

Baque de Samba

M

Manuela Weitzman