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Atenção vagabundagem, toda segunda sexta-feira do mês, a roda do Batalhão é feita na calçada do Boteco da Dona Tati! """""""""""""""""""""""""""""""""" Batalhão da Vagabundagem Em meados de 2008, um grupo de amigos se unem para cantar samba de forma descontraída, irreverente e descompromissada, assim como era feito antigamente. Os encontros dos músicos e compositores aconteciam na galeria Boulevard na 24 de maio no centro de São Paulo, no Bar Da Vera e da Leleca ( Valleria Lariuty), durante a semana no final do experiente quando ali se encontravam para compor e também relembrar sambas antigos. Quando foram despejadas e em 2009 encontraram um bar na boca do lixo, mais especificamente na Rua Washington Luiz, às sextas... E foi em um dia de samba muito enfezado que o falecido Marcão, um dos o integrantes, disse: "roda de batalhão de vagabundos do samba"... Assim foi batizada a reunião de amigos de Batalhão da Vagabundagem. O nome veio como um trocadilho a veracidade da vida dos integrantes operários que acharam nessa reunião de amigos uma forma de sobrevivência no cotidiano do trabalhador da cidade de São Paulo, remetendo a historia de sambistas que foram julgados como vagabundos durante décadas. Em pouco tempo o Batalhão foi ganhando o respeito e o carinho da velha guarda do Samba Paulistano, sendo que, hoje, os baluartes são presenças frequentes na roda, que também teve sede na Rua Xavier de Toledo, e já tocou por muitos Botecos pé de cana e bares de renome na Cidade de São Paulo. O Batalhão tem como madrinha, a cantora e compositora, Geovana. Filha de senegaleses, nasceu no bairro da Tijuca e foi criada na favela da Rocinha. Surgiu em 1971, quando participou da Bienal do Samba de São Paulo cantando o samba "Pisa nesse chão com força" (Geovana). O primeiro disco, "Quem Tem Carinho Me Leva" só foi lançado em 1975, com produção de Rildo Hora, com uma sonoridade entre o samba afro e o samba-rock. O segundo disco de Geovana, "Canto Pra Qualquer Cantar", só foi lançado em 1988. Em 2003 a BMG relançou "Quem tem carinho me leva" com duas faixas-bônus. Geovana tem várias de suas composições gravadas por nomes importantes da MPB, como Jair Rodrigues ("Pisa Nesse Chão Com Força", 1971), Clara Nunes ("Rosa 25, 1971), Dóris Monteiro ("Maitá", 1976), Fundo de Quintal ("Ô, Irene", 1986, parceria com Beto Sem Braço), Almir Guineto ("Tambores de Trinidad", 1993), Paula Lima ("Amor dos outros", 2008), Dudu Nobre ("Ô, Irene", 2008) e Izzy Gordon ("Negro Azul Da Noite", 2011). O nome artístico da cantora hora aparece gravado como Geovana, hora como Giovana. Os componentes da Vagabundagem sempre se identificaram com o resgate de grandes sambas de décadas passadas, dando ênfase na arte do Partido Alto, com versos de improviso e nos sambas com melodias refinadas de compositores como de Jorginho do Império, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Batatinha, e de obras interpretadas por Roberto Ribeiro, Clara Nunes, Zeca Pagodinho e muitos outros. Na roda também surgem os sambas autorais, sambas esses que se entrelaçam perfeitamente na forma de compor dos grandes mestres do passado e são apresentados juntos. •*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*•*• Boteco da Dona Tati / Serviços • Entrada livre • Boteco abre às 11h e fecha à 00h • O samba começa às 19h00 e termina às 22h00 • Endereço: Al. Eduardo Prado, 129 – Campos Elíseos • Estacionamento em frente R$10. • Aceitamos cartões de crédito, débito. • Servimos hambúrgueres artesanais enormes, porções clássicas de boteco, diversos e deliciosos bolinhos, cachaças, cervejas tradicionais e artesanais, vinhos e drinques

Dance Styles

Salsa (100%)

Organizer

B

Boteco da Dona Tati

B

Batalhão da Vagabundagem - Oficial