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INSCRIÇÕES COM DESCONTO PRORROGADAS! Até 10/01 - 30% Até 17/01 - 10% Laboratórios de Verão AND Brasil 2018 Edição #1 RIO DE JANEIRO 19 de janeiro de 2018, a partir das 21h – inauguração do AND Lab Rio. de 20 a 26 de janeiro de 2018, das 10 às 19h – Lab Verão AND Rio (Parceria AND Lab, Coletivo Corposições e Espaço Mova) +++ DESCONTOS PARA INSCRIÇÕES ANTECIPADAS (30% até 10/01; 10% até 17/01) PAGAMENTO FACILITADO em até 2X +++ PROGRAMA DE BOLSAS 50% (7 bolsas atribuídas por ordem de inscrição para estudantes e/ou parceiros Mova e/ou AND Lab) +++ INFO DETALHADA SOBRE VALORES E INSCRIÇÕES: [email protected] +++ EDIÇÃO #1 RIO DE JANEIRO PRATICAR O CUIDADO, PERFORMAR O COMUM ENTRE-SI, ENTRE-NÓS, ENTRE-MUITOS Um encontro entre o Modo Operativo AND e as práticas de cuidado com Fernanda Eugenio em interlocução com Ana Dinger, Felipe Tupinambá, Guto Macedo, Iacã Macerata, Jaime Esteban, Letícia Barbosa, Mariana Borges, Mariana Pimentel, Miguel Pestana e Paulo Mantuano. Conheça as biografias dos proponentes no final do texto. Nesta primeira edição no Rio de Janeiro do Laboratório de Verão AND escolhemos situar o nosso encontro na questão do cuidado, tomado aqui como gesto de viver-com, capaz de (re)performar de modo co-emergente o si e o entorno, se concretizando enquanto política de reciprocidade na relação com o acontecimento. Em parceria com o coletivo de pesquisa Corposições - Profanações entre Afeto, Performatividade e Território e com o Espaço Mova, propomos um programa conjunto que envolve práticas de ativação corporal e do Modo Operativo AND, numa vivência imersiva entre teoria e prática; conversa e jogo. +++ PROGRAMA: Abertura >> festa de inauguração do AND Lab Rio, conversa de acolhimento e partilha de vídeos sobre o Modo Operativo AND, 19 de janeiro, sexta, 21h. Introdução ao Modo Operativo AND >> oficina intensiva com Fernanda Eugenio, 20 e 21 de janeiro, sábado e domingo, 14h às 19h. Práticas de Ativação Corporal >> oficina matinal de preparação para o dia de trabalho, 22 a 26 de janeiro, segunda a sexta, 10h às 12h, com Felipe Tupinambá, Guto Macedo, Jaime Esteban, Miguel Pestana e Paulo Mantuano: 22/01 - 2a feira: "Jornada Sensível", com Miguel Pestana 23/01 - 3a feira: "Iyengar Yoga", com Jaime Esteban 24/01 - 4a feira: "Dança - Contato", com Paulo Mantuano 25/01 - 5a feira: "Cantos circulares e criação musical" com Felipe Tupinambá 26/01 - 6a feira: "Movimento Autêntico" com Guto Macedo Praticar o Cuidado, Performar o Comum >> oficina Modo Operativo AND e Práticas de Cuidado, 22 a 26 de janeiro, 14 às 19h, com Fernanda Eugenio, Ana Dinger e Coletivo Corposições. Encerramento >> Jam com equipe Mova, 26 de janeiro, a partir das 19h30 +++ SOBRE A PROPOSTA dos LAB VERÃO AND Os Laboratórios de Verão AND Brasil propõem-se como experiência imersiva na investigação situada das políticas da convivência através da prática do Modo Operativo AND em conversa com diferentes ferramentas para a escuta recíproca, a composição coletiva e a recomposição de um corpo sensível. Este programa foi desenhado como versão compacta das Escolas de Verão AND que acontecem todos os anos, no mês de julho, na sede do AND Lab em Lisboa, procurando reinventar com diferentes parceiros e colaboradores locais – este ano no Rio de Janeiro e em São Paulo – as condições para a instalação de uma zona temporária de atenção e pesquisa aberta a todos os interessados na experimentação com ferramentas ético-estéticas para o viver-juntos. +++ SOBRE o Espaço Mova: O MOVA é um projeto que propõe a invenção de caminhos relacionais no campo da arte, terapia e cura; apresentando múltiplas possibilidades de vivências e experimentos que possibilitem a conexão com consigo, com o outro e com o mundo. Alimentamos e germinamos iniciativas que buscam reinventar a maneira como sentimos, percebemos e existimos no mundo. +++ SOBRE o Coletivo Corposições: Corposições - Profanações entre Afeto, Performatividade e Território é um coletivo de pesquisa composto por Catarina Resende, Mariana Pimentel, Guto Macedo, Iacã Macerata, Mariana Borges e Letícia Barbosa que investiga interfaces entre as artes do corpo , a clínica e o viver em coletivo tendo como ferramentas centrais o Modo Operativo AND desenvolvido pela antropóloga, artista e pesquisadora brasileira Fernanda Eugenio e a Composição em Tempo Real desenvolvido pelo coreógrafo e pesquisador português João Fiadeiro. Integra o Corporeilabs - Laboratório de Investigação da UFF, é parceiro da plataforma AND_Lab | Arte-Pensamento e Políticas da Convivência e da Casa Territórios, realizando proposições diversas na cidade do Rio de Janeiro/RJ. +++ SINOPSE DETALHADA A nossa proposta aborda o cuidado como operação que se faz através de um descentramento da narrativa do sujeito que explica ou é explicado, permitindo uma transferência de protagonismo para o acontecimento. Praticar essa modulação do cuidado envolve instalar e sustentar, no entre-si e no entre-nós , o entre-muitos que é o acontecimento compartilhado. Uma zona de atenção, formulação, manuseamento e rematerialização, que permite efetuar um comum – aquele que for possível, a cada vez. Para isso há que, sobretudo, contornar a forma dominante do cuidado solucionador, que age como vetor de normalização: declinar de um modo operativo pautado pela interpretação, que tende a sobrecodificar a vivência concreta, antecipando o significado e fechando-se em diagnóstico ou representação totalizadores. Para explorarmos coletivamente os modos do cuidado e suas relações com as políticas da convivência, propomos ativar um espaço-tempo de investigação experiencial, baseado na prática desdobrada dos exercícios do Modo Operativo AND para o co-posicionamento recíproco. Propomos, ainda, colocar estes exercícios em conversação com o plano de inquietações da clínica da subjetividade, das práticas artísticas e de curadoria.Ao longo de uma semana de trabalho imersivo, procuraremos ativar por frequentação continuada – através da insistência no manejo direto e de um ir-e-vir entre o jogar e o conversar – uma sensibilidade fractal, atenta e minuciosa às modulações relacionais dentro e fora, si e entorno, liberdade e co-responsabilidade. Uma sensibilidade disponível a se implicar na (re)mediação situada do justo meio entre afectos e acontecimentos. O primeiro final de semana do curso será dedicado a introduzir os participantes ao Modo Operativo AND e às suas principais linhas de força: a ética de incorporação suficiente do acidente, a desfragmentação de si e o exercício da re-paragem através do (contra)dispositivo do jogo que-como-quando/onde. A seguir, de segunda a sexta-feira, o laboratório divide-se em duas grandes oficinas duracionais: as manhãs serão dedicadas a práticas de ativação corporal propostas pela equipe do Espaço Mova, que funcionarão como um exercício diário de chegar, despertar e sintonizar; as tardes serão ocupadas pelo aprofundamento das relações entre o Modo Operativo AND e as práticas de cuidado. +++ MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO - participação integral - participações parciais: 1) somente oficina introdutória Modo Operativo AND 2) somente oficina matinal com Equipe Mova 3) oficina matinal com Equipe Mova + Lab Praticar o Cuidado, Performar o Comum 4) somente Lab Praticar o Cuidado, Performar o Comum +++DESCONTOS PARA INSCRIÇÕES ANTECIPADAS (30% até 31/12; 10% até 05/01) +++PAGAMENTO FACILITADO em até 2X +++PROGRAMA DE BOLSAS 50% (7 bolsas atribuídas por ordem de inscrição para estudantes e/ou parceiros Mova e AND Lab) +++INFO SOBRE VALORES E INSCRIÇÕES: [email protected] +++ PROPONENTES ANA DINGER é licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2008), tendo frequentado os três primeiros anos da licenciatura na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Desde cedo se sentiu desconfortável com categorias, oscilando entre teoria e prática e minando, aqui e ali, sempre que possível e com subtileza, os constrangimentos disciplinares. Frequentou o Ginasiano, o Balleteatro, o Centro de Dança do Porto, o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Forum Dança (Porto, 2003) e o primeiro ano do bacharelato da Escola Superior de Dança (Lisboa, 2003/2004). Acreditando, a certa altura, que o mundo académico poderia ser um lugar privilegiado para albergar o esforço de questionamento constante, enveredou por uma pós-graduação em Arte Contemporânea, que completou em 2011. É na mesma Universidade – a Universidade Católica Portuguesa - que integra, atualmente, o programa de doutoramento em Estudos de Cultura (plataforma Lisbon Consortium), como investigadora afiliada ao CECC (Centro de Estudos em Comunicação e Cultura). Bolsista da FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) entre Setembro de 2012 de Agosto de 2016, debruça-se, na sua tese, sobre certos processos metonímicos, como a espectralidade, que contribuem para a construção de continuidade dos trabalhos artísticos ditos performativos. Articulando as suas questões com o Modo Operativo AND, que segue desde 2011, tem inaugurado outras possibilidades de relação que não se esgotam no ‘sobre’. Uma dessas possibilidades já materializada, além-tese, é uma série de conversas situadas e experimentais com Fernanda Eugenio (Série Metálogos), iniciada em 2015 e que conta já com cinco edições – ou seja, com cinco aproximações a cinco problemas: os modos da situação (Atenas,2015), o etnógrafo artista e o artista etnógrafo (Lisboa, 2015), os modos da superfície (Porto, 2016), histórias e geografias da performance (Lisboa, 2016) e os modos do público (Curitiba, 2017). FERNANDA EUGENIO é antropóloga, artista, investigadora e docente. Trabalha com pesquisa de campo, escrita, performance ampliada (corpo, instalação, vídeo, fotografia e proposições urbanas situadas) e, sobretudo, com a construção de modos de fazer transversais para a composição relacional e para a criação por re-materialização. É pós-doutorada pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (2012); doutorada (2006) e mestre (2002) em Antropologia Social pelo Museu Nacional da UFRJ. Entre 2003 e 2017 foi pesquisadora associada do CESAP/IUPERJ/UCAM (Rio de Janeiro, Brasil), e entre 2005 e 2012 foi Professora Adjunta do Depto. de Ciências Sociais da PUC-Rio. Nos últimos quinze anos, tem atuado como professora convidada em diversos programas de formação em ciências sociais, artes e performance (inter)nacionais. Suas publicações, criações artísticas e colaborações têm circulado por Brasil, Chile, Argentina, Portugal, Alemanha, Itália, Áustria, França, Espanha, Grécia, República Checa, Reino Unido, EUA e Vietnã. Atualmente, dirige a plataforma AND_Lab | Arte-Pensamento e Políticas da Convivência, com sede em Lisboa, a partir da qual explora os entre-lugares emergentes de uma trajetória marcada por colaborações intensivas, deslocações e desvios, entre a pesquisa acadêmica estrita e uma investigação singular dos usos artísticos e políticos da etnografia como ferramenta circunscritiva-performativa. Esta pesquisa sempre em processo sintetizou-se de diferentes modos nos últimos quinze anos (Sistema É-Ou-E, Modo de Vida E, Etnografia Recíproca, Etnografia como Performance Situada, Reprograma, Reparagem, Pensação), até adotar a atual nomenclatura Modo Operativo AND, a partir de uma fase de colaboração intensiva com o coreógrafo João Fiadeiro (2011-13), com quem fundou o AND_Lab. Do seu constante funcionamento por "colaboração indisciplinada", destacam-se ainda: a relação continuada com o coletivo carioca O Alfinete Amarelo/O Pavão Popular (desde 2007), com o qual trabalha a construção de proposições que mesclam humor e protesto a partir da exploração sistemática de quatro operações (acúmulo/coexistência, ordem/corrupção, imitação/proliferação, catalogação/codificação); o projeto de práticas site-specific CITY LABS, desenvolvido com o artista contextual Gustavo Ciríaco (desde 2009); a parceria com o Corporeilabs/Grupo de Pesquisa MO_AND RJ/Coletivo Corposições (desde 2013), no âmbito do qual tem trabalhado um conjunto de protocolos para a interlocução arte-clínica; a colaboração com o investigador e artista Francisco Gaspar Neto (desde 2014), com quem criou o dispositivo de encontro AND HOW; a colaboração com a investigadora Ana Dinger (desde 2015), com quem partilha a Série Metálogos, projeto de escrita performativa que explora a criação ao vivo de objetos intermezzo, nem apresentação acadêmica nem happening; o desenho do projeto Topias Urbanas, em colaboração com arquiteta Joana Braga, a partir de uma encomenda do Teatro Maria Matos Lisboa (2016-17). Outras e diversas colaborações com artistas, arquitetos, escritores, pedagogos, psicólogos e investigadores dos mais variados campos marca(ra)m o percurso de Fernanda Eugenio, tendo resultado na criação de artefatos híbridos, na produção de eventos, encontros, exposições e publicações etc. Fernanda Eugenio é, ainda, membro da plataforma Baldio-Estudos Performance e da RIA-Rede de Investigação Artística. GUTO MACEDO é graduado em Artes Cênicas – habilitação em Direção Teatral (RJ/2006) e Pós-Graduado em Neurociências Aplicadas a Aprendizagem na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (RJ/2015). Foi bolsista da Jennifer Muller & The Works Foundation (NYC/1985 a 87). Iniciado em Contato Improvisação (CI) por Nina Martin do Channel Z (NYC/1986). Participou de oficinas com professores/fundadores do CI: Nancy Stark Smith, Nita Little, Daniel Lepkof, Nina Martin, Keith Hennessy, K.J. Holmes, Lisa Nelson, Martin Keogh, Ray Chung, entre outros. Oferece aulas de Contato Improvisação no Brasil desde 1988. Participou oferecendo aulas nos Festivais: III Encontro Diamantino de Igatu (Igatu/Brasil/2016); Internationale Bühnenwerkstatt (Graz/2013/Áustria); Em ConTato (Palmeiras/2013/2017-Brasil); Festival Internacional de Contact en Montevideo (2012/Uruguai); DF IMROVISADANÇA (Brasília/2012/Brasil); Encontro Internacional de Contato Improvisação de SP (2012/Brasil); Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa (2011/Portugal); Festival Touch&Play (Cardona/2011/Espanha); Intensivo de Contato Autêntico em Tessalonik (2011/Grécia); Festival do Centro de Contato Improvisação e Desenvolvimento de Performances de Moscou (2010/Russia); Festin Mundial (Buenos Aires/2010/Argentina); Espacio De Desarrollo Armónico (Montevidéu/2010/Uruguai); Freiburg International Festival (2008/Alemanha). Co-curador e Coordenador de Oficinas no Festival Contact in Rio (RJ/de 2008 a 2011/Brasil). Desde 2003 pratica o Movimento Autêntico (MA) com a Introdutora do MA no Brasil, Soraya Jorge e desenvolve com ela uma pesquisa intitulada, Contato Autêntico. Também com Soraya Jorge fundou em 2010 o CIMA.Centro Internacional Movimento Autêntico para organizar e oferecer eventos e formação em Movimento Autêntico no Brasil e no exterior (Viena/2008/09/10/12/Áustria, Orahovac /2011/Montenegro e Lago di Como /2013/Itália). IACÃ MACERATA é psicólogo e psicólogo clínico, mestre e doutor em psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Trabalhou por 11 anos em serviços de saúde e assistência social para pessoas que vivem nas ruas, atuando diretamente nas ruas das cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro. Destes trabalhos desenvolveu a proposição “clínica de território”, que consiste em perspectivas, diretrizes, metodologias e dispositivos para a construção de redes de cuidado no espaço da cidade, por parte de equipes multiprofissionais de políticas públicas. É pesquisador, se utilizando da cartografia como direção metodológica, na linha de uma pesquisa intervenção-participativa de perspectiva cartográfica. Faz parte do grupo de pesquisa “Enativos: produção de conhecimento e cuidado”; do coletivo “Redução de Danos Rio de Janeiro” - que aborda a questão política das drogas na produção do cuidado; do coletivo “Corposições: profanações entre performatividade, afeto e território” - coletivo que reúne clínicos e artistas e que trabalha com desdobramentos do Modo Operativo AND. É professor adjunto do Departamento de Psicologia do Campus de Rio das Ostras da Universidade Federal Fluminense (UFF). LETÍCIA BARBOSA é psicóloga e psicóloga clínica, graduada pela Universidade do Estado o Rio de Janeiro – UERJ; mestre em Saúde Pública, Gênero e Redução de Danos pela Escola Nacional de Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ; e com especialização em Terapia do Corpo, Movimento e Subjetivação pela Faculdade Angel Vianna FAV/RJ. Atuou em Saúde, Educação, formação política e articulação de rede entre moradores e organizações e instituições de diversas comunidades do Rio de Janeiro, trabalhando em diversos projetos pela Redes de Desenvolvimento da Maré, ISER e Casa da Árvore. Atuou como colaboradora nas comissões de Direitos Humanos, Comissão de Políticas Públicas e CREPOP do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Atualmente, atua em psicologia clínica em consultório particular e em parceria com a Instituição Luta Pela Paz da Maré, com atendimentos e supervisão pautada em uma abordagem transdisciplinar com intercessores corpo arte e política; e integra o coletivo “Corposições: profanações entre performatividade, afeto e território” - coletivo que reúne clínicos e artistas e que investiga o método Composição em Tempo Real desenvolvido por João Fiadeiro e o Modo Operativo AND desenvolvido por Fernanda Eugenio na interface entre dança e clínica. MARIANA PIMENTEL é artista da dança, gestora e produtora cultural. Estudou no Royal Conservatory of Antwerp, Bélgica e é licenciada pela Escola Superior de Dança de Lisboa. É mestre em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias pela Universidade Nova de Lisboa, sendo seu objeto de pesquisa os estados de presença do corpo na dança contemporânea. Seus trabalhos autorais tratam de tensões políticas entre corpo, espaço, identidade e noção de comunidade, sendo apresentados em Portugal, França, Suécia, Áustria, Itália e Brasil. Recebeu a bolsa Danceweb do Festival Impulstanz em Viena/Áustria no ano de 2011. Integra o coletivo de pesquisa Corposições – Profanações em Afeto, Performatividade e Território que investiga o método Composição em Tempo Real desenvolvido por João Fiadeiro e o Modo Operativo AND desenvolvido por Fernanda Eugenio na interface entre dança e clínica. É sócia-fundadora da produtora Dos Voos – Soluções em Arte e Design ao lado do artista Fabiano Araruna, onde desenvolvem projetos de música, dança, audiovisual e design gráfico. Co-dirige com a artista Ligia Soares o FACE A FACE – Plataforma Luso-Brasileira de Artes Performativas. MIGUEL PESTANA é co-fundador do espaço MOVA, psicólogo formado pela UFRJ, trabalha com atendimento clínico individual no espaço Somato e também atua como psicoterapeuta de grupos na clínica sócio-politica Wilhelm Reich. Facilitador de Musica Orgânica e Contato Improvisação - entre outras práticas artísticas e terapêuticas - atua em instituições públicas e particulares no intuito de gerar saúde através da consciência pessoal e coletiva. Artista livre, crê na arte como forma de revolução pessoal, instrumento de libertação e implicação na transformação política. Meditante autodidata, estuda a relação entre corpo e consciência participando ativamente de diversos grupos de meditação e autoconhecimento fazendo da própria vida um campo de pesquisa. FELIPE TUPINAMBÁ é Co-Fundador do Espaço MOVA, Musico performer e pesquisador da improvisação como método pedagógico e campo de comunicação. Tem diversas formações e pesquisas no campo do canto e da criação em tempo real. o Taketina com Henning von Vangerow (ALE), Beat Box e Coral inteligente com Tobias Hug (EUA). Percussão corporal com Fernando Barba (Barbatuques) e Keith Terry (EUA). Musica Coral Africana com Kofe Gbolonyo (GAN), Conduction com Guilherme Peluci, Soundpainting com Taiyo Omura e Benjamin Nid (FRA), Voz e corpo com Giulian Campo – (ITA).Pesquisa a linguagem do Soundpainting há dois anos junto ao Soundpainting Rio tendo feitas diversas performances com Cineconcertos. Atualmente Dirige a Cia de Improvisação Vocal EVOCAIS junto com Brena Marinho e rege o Coral contemporâneo do MOVA que utiliza sistemas de códigos para composição musical em formato coral em tempo real. JAIME OJEDA STEBAN omeçou a pratica de Iyengar Yoga em 2003, em Valle del Elqui (Andes Chilenos). Desde então, aprofundou seus conhecimentos no Brasil com Deborah Weinberg, na India com Sharat Arora no Himalayan Iyengar Yoga Centre, com Alan Brown em Goa, Rudra Gowda em Rishikesh, e com Usha Devi no Patanjala Yoga Kendra. Em 2008 começa o treinamento para ser certificado pela Associação Internacional de Iyengar Yoga. Nos anos 2008, 2009 e 2010, faz curso intensivo com o Senior teacher Faeq Biria e em 2014 com o Senior Teacher Manouso Manus. No momento tem uma prática regular com a Professora Senior Katia da Costa no Rio de Janeiro. Começou a ensinar na Tailândia, na Escola de Yoga de Kanchnabury em 2007, depois no Chile e Brasil em diversas escolas de yoga.​ Além de toda sua experiência no universo da yoga, há bastante tempo faz a investigação da prática da Yoga com Contribuição Consciente e Nova Economia. PAULO MANTUANO formou-se em Dança Contemporânea e Expressão corporal na Escola Angel Vianna e 1989 e em Fisioterapia pelo IBMR em 1992, vem desde então pesquisando os modos de operação da linguagem do corpo, integrando aspectos fisiológicos, psicológicos e filosóficos. Sua pesquisa atravessa campos como educação somática, contato improvisação e dança contemporânea.

Dance Styles

Contact Improvisation (100%)

Organizer

G

Guto Macedo

M

Mariana Borges

A

And Lab

M

Mariana Pimentel

E

Espaço MOVA

F

Fernanda Eugenio

L

Leticia Barbosa