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OFICINAS DE RITMOS E PERCUSSÃO CORPORAL COM BEBETO FREIRE
SE INSCREVA NO LINK: https://forms.gle/eWqL2GDNYWr7HXzz9
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação dos participantes e da proposta da oficina
2. Alongamento breve e aquecimento
3. Exercícios rítmicos com passos, palmas e corpo
4. Percussão corporal de samba e baião
5. Criação de coreografia em grupo
6. Feedback da oficina pelos participantes
Duração: 1h e 30 min
Vagas: máximo 30 pessoas
Valor: Contribuição voluntária | Valor sugerido R$
Local: Escola de Música Maracatu Brasil
Endereço: Rua Ipiranga No 49, Laranjeiras.
Informações: 21 2557-4754 | [email protected] | Whastapp 21990387499
Sobre Roberto Freire Alves: Nascido em Brasília na década de 1982, Bebeto Freire é neto de tocador de pife e filho de pais cearenses e sempre teve contato com a dança em casa, onde sua mãe o ensinou a dançar mazurcas e as vertentes do forró. Aos doze anos iniciou-se na capoeira e na escola começou a se interessar pela percussão. Numa aula de música descobriu que um colega de turma tocava pandeiro e logo quis aprender. No final dos anos 1990 começou com amigos o grupo Samba Nobre e assim se iniciou no campo de pesquisa do samba. Ouviam Fundo de Quintal e iam se aprofundando em repertório dos clássicos. Em 2003 se afastou das atividades musicais e passou a escutar Choro constantemente. Um dia decidiu que seria músico profissional, a vocação falou mais forte. Passou a frequentar a Escola de Choro Raphael Rabello em Brasília e antes mesmo de formado no curso de pandeiro já trabalhava com professor substituto na própria escola. Em sua trajetória, participou dos conjuntos Atlântico e Cinco Companheiros, entre outros grupos de choro e fez inúmeros shows no Clube do Choro de Brasília. Participou, também, do projeto de samba de terreiro chamado de “Já Chegou Quem Faltava” em que teve a oportunidade de acompanhar artistas como Monarco, Nelson Sargento, Teresa Cristina, tia Surica, Tuco Pelegrino, entre outros. Outras oportunidades o levaram a tocar com outros artistas, como Serginho Meriti, Marcelo Café, Lorena Ly e outros artistas locais. Foi idealizador de projetos e movimentos musicais na cidade como o Samba de Marola, que teve a intenção de ocupar o CONIC, espaço público de grande importância histórica e cultural em Brasília; o Choro na Varanda onde recebia vários músicos da cidade como Sérgio Morais (flauta), Pablo Fagundes (gaita) Tiago Tunes(bandolim), dentre outros e o Gafieira Choro de Rua. Ao lado do violonista Bruno Yakalos, também criou o Zambazujazy, música experimental. Como intercâmbios e experiências, fez imersão de dois meses em Pernambuco, onde estudou sobre a dança e a música das manifestações populares conhecidas como cavalo marinho e maracatu rural, além de experimentar muitas vertentes da cultura pernambucana que resultou em participação no espetáculo de rua conhecido como Boi Guerreiro. Também experimentou as linguagens do samba de roda em Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Atualmente se dedica à pesquisa empírica, às aulas de percussão, dança popular, às composições musicais e a tocatas em grupos de samba e choro. Seu instrumento principal é o pandeiro que o faz um dos únicos percussionistas no Brasil que domina ritmos que vão do choro ao cavalo marinho.
Dance Styles
Salsa (100%)
Organizer
M
