About this Event

Certa vez Vinicius de Moraes, em uma noite em que seu amigo carioca Johnny Alf apresentava-se em um bar em São Paulo, proclama: “São Paulo é o túmulo do samba”, PALPITE INFELIZ. ... Sem querer cometer a ousadia de contrariar um dos maiores gênios da música popular brasileira, um grupo chamado por muitos de loucos, idealistas ou nostálgicos, decide após algumas reuniões, simplesmente, tocar alguns bons sambas. A paixão, a saudade dos TEMPOS IDOS e o carinho pelas CORDAS DE AÇO despertam A VOZ DO MORRO e mostram o que é o FEITIÇO DA VILA. Surge então, a Comunidade de Velha Guarda de Vila Prudente, tendo como sua SALA DE RECEPÇÃO o aconchegante Bar do Vito, sob o acolhedor carisma de seus proprietários Leivinha e Aurélio. Nosso humilde BARRACÃO DE ZINCO é um ótimo lugar para uma divertida CONVERSA DE BOTEQUIM sob a companhia de amigos sentados a uma MESA DE BAR. Se algum dia você disser “PRECISO ME ENCONTRAR”, não ligue, pois isso é COISA DA VIDA, no DIA SEGUINTE mesmo que o PRANTO DE POETA rolar ou disparar o CORAÇÃO LEVIANO faça uma força e NÃO DEIXE O SAMBA MORRER, pois prometemos mostrar a você o GOSTOSO VENENO de nossa comunidade. Perdoe-nos novamente poeta Vinicius, pois aqui o samba AGONIZA, MAS NÃO MORRE. Juninho. Palpite infeliz (Noel Rosa) Tempos idos (Cartola / Carlos Cachaça) Cordas de aço (Cartola) A voz do morro (Zé Kéti) Feitiço da vila (Noel Rosa / Vadico) Sala de recepção (Cartola) Barracão de zinco (Luiz Antônio/Oldemar Magalhães) Conversa de botequim (Noel Rosa / Vadico) Mesa de bar (Gonzaguinha) Preciso me encontrar (Candeia) Coisa da vida (Jorge Marcelo / Zelito) Dia seguinte (Carlinhos Vergueiro e J. Petrolino) Pranto de poeta (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito) Coração leviano (Paulinho da Viola) Não deixe o samba morrer (Edson Conceição / Aloísio) Gostoso veneno (Wilson Moreira / Nei Lopes) Agoniza mas não morre (Nelson Sargento)

Organizer

P

Pedro Alves Junior